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quinta-feira, 2 de abril de 2015

O Vinho de cada Signo

Nada como um Novo Ano para tirarmos do armário várias tradições.
Dos mais Crentes aos mais Céticos, todo mundo tem uma tradição de Final de ano, seja ela usar branco, colocar Romã na Carteira, folhas de Louro, Pular Sete Ondinhas, Comer Lentilhas...
Horóscopo para o novo ano também entra na lista de tradições de alguns, mas chega dos horóscopos tradicionais! Quer saber qual vinho é mais a cara do seu signo? Descubra!
Áries
De 20 de março a 20 de abril
É o primeiro signo, o inicial, cheio de energia para dar. Não é à toa que é um signo de fogo e, por isso, seu vinho é igualmente quente, logo alcoólico. Um Tempranillo! Com seus taninos que secam e esquentam a boca, suas graduações para cima dos 14% e, nas versões Roble e Joven, tudo têm a ver com a impaciência dos arianos (é, não precisa de guarda, abra e beba, sem esperar um minuto sequer!).
Touro
De 21 de abril a 20 de maio
É perfeito o vinho que pensamos para os taurinos, deve ser um espumante. Touro gosta de comer, e a acidez do espumante harmoniza com tudo! Mas não um espumante qualquer, e sim um Champagne, sabe por quê? É o signo que mais gosta de preservar tradições, prefere caminhar por vias mais seguras e estáveis, sem surpresas. Regidos pelo planeta Vênus, do amor, gosta de relacionamentos (quer algo mais romântico do que um Champagne?). Por fim, vale lembrar de seus sentidos mais aguçados do que o normal, e os espumantes têm tudo isso: desde o estampido da rolha que salta (audição), passando pela beleza à taça para quem olha (visão), pelos aromas fortes vindos das leveduras (olfato) e pelos sabores que quem prova não esquece (paladar), até a textura única das borbulhas (tato).
Gêmeos
De 21 de maio a 20 de junho
O signo mais indeciso de todos e de um que vos escreve. É o primeiro do elemento ar, merece uma uva aromática (ar, aromático...). Gosta, ou melhor dizendo, precisa se comunicar, deve escolher um vinho que tem algo a dizer, com muitas histórias que possa contar. Pelo caráter curioso dos geminianos, melhor que seja um vinho diferente. E não podemos esquecer de suas duas faces gêmeas – dois personagens, dois vinhos, um branco e um tinto: Pinot Grigio, o branco que é tendência, apesar de ainda exótico; e Pinot Noir, mais famosa, mas cheia de controvérsias e personalidades.
Câncer
De 21 de junho a 21 de julho
Alguns podem achar os cancerianos apegados demais, mas a verdade é que são os mais leais de todos, aqueles que nunca vão te trair. Um vinho que nunca erra? É, vamos pensar nisso... Primeiro signo de água, flui como só ele, como um sempre mineral Chablis, fácil de fluir, fácil de beber. E quer saber? Persistente como qualquer pessoa de câncer!
Leão
De 22 de julho a 22 de agosto
A juba do leão emana luz própria – pudera, sol é seu regente, fogo seu elemento. O leão gosta de luxo, de causar impacto e ouvir aplausos. Gosta brilhar, dourado é sua cor, a cor mais quente. O vinho tem que brilhar, mas não tanto quanto o leonino. Há que ser grande como ele. Leão, o rei da floresta; Tokaji, o rei dos vinhos, o vinho dos reis. Além disso, cada puttonyo é doce como o amor que só um coração de leão consegue ter.
Virgem
De 23 de agosto a 22 de setembro
Ordem e limpeza são as características primárias dessas pessoas que encontram defeito em tudo. Cuidado! Ai do vinho que tiver algo errado... Quem é de Virgem gosta mesmo de regras, leis rigorosas. Pensou em Bordeaux? Nós também! A mais conhecida denominação do mundo também é famosa por seus vinhos tão criteriosos quanto os que compartilham deste signo. O corte bordalês está aí para isso – cada uma das uvas entra na mistura para evitar qualquer defeito com seus sabores sutis, mas poderosos, como a eficácia de um tímido virginiano.
Libra
De 23 de setembro a 22 de outubro
Pensou em Libra, em suas balanças, não dá outra, pensou em equilíbrio. E equilíbrio é uma palavra que os enófilos gostam muito. Significa que um vinhos traz seus principais elementos sempre em harmonia, nenhum se sobrepõe ao outro. Mas este signo também traz outros bons adjetivos quando o assunto é vinho: refinamento, requinte e classe. Juntamos tudo isso e não teve outra: Jerez, “classudo” até no nome!
Escorpião
De 23 de outubro a 21 de novembro
Pense num escorpião. O bichinho mesmo, aquele do ferrão. Pense nele te encarando... Enigmático, não? E quando ele se prende ao que gosta, não há quem solte. São controladores, mas movidos pelas paixão (ou seja, é tudo por um bem maior). Há que ser um vinho tranquilo, que possa ser domado, mas igualmente exótico. Poucas coisas surpreendem tanto quanto os sabores inesperados que as uvas (mesmo as mais famosas) ganham na África do Sul, principalmente os brancos, sempre mais calmos e delicados.
Sagitário
De 22 de novembro a 21 de dezembro
Imagine alguém que é ao mesmo tempo introspectivo, mas aventureiro; que odeia o tédio, mas até gosta de ficar em casa ao lado dos eu amor; idealistas, mas adoram uma piadinha... Assim é o sagitariano. Ah, essa ficou fácil: um espumante rosé do sul do nosso Brasil. Afinal, espumante é sempre mais divertido, rosé é sempre mais romântico, e brasileiro é sempre mais humorado.
Capricórnio
De 22 de dezembro a 21 de janeiro
Obstinado, destemido e com muita força de vontade. Pessoa mais reservada, nasce carrancudo e se abre com o tempo. Esse é o capricorniano! Encorpado, opulento e com muita estrutura. Vinho mais austero, nasce maduro e rejuvenesce com o tempo. Esse é o Barolo. Qualquer semelhança é mera coincidência.
Aquário
De 22 de janeiro a 19 de fevereiro
Muitos acham que os aquarianos vivem em suas próprias bolhas e ficam em choque com a realidade. A verdade é que são transgressores, pessoas de Aquário estão sempre à frente, aceitam tudo sem pré-julgamentos e preconceitos, até mesmo um White Zinfandel – um vinho que deveria ser tinto, leva “branco” no nome, mas na verdade é rosé... Só um aquariano para entender...
Peixes
De 20 de fevereiro a 19 de março
O nome é Peixes, mas deveria ser camaleão... Camaleão no bom sentido. Piscianos mudam de roupagem o tempo todo – ora passivos, ora amorosos, ora acomodados, ora agressivos. Isso se deve ao fato de ser o signo mais antigo do zodíaco, e também o mais complexo e experiente. Pode mudar e se adaptar, pode ser seco, doce e até espumante. Não pode não ser Riesling!

Fonte:  Gustavo Jazra e Rafa dos Santos
http://sonoma.com.br/descubra/os-signos-e-seus-vinhos?utm_source=Sailthru&utm_medium=email&utm_term=Sab_Dom2013&utm_campaign=2013_12_29_Signos%20e%20vinhos&utm_content=B



sábado, 21 de março de 2015

Na cozinha com San ... Torta de Aspargos

Olá ...

Em minhas andanças por aí acabo me deparando com ótimas receitas culinárias e hoje é um desses dias...
Estive em Brusque/SC, e quinta-feira é dia de Café Colonial no Hotel Monthez, onde me hospedei, apesar de tentar resistir depois de ver àquela mesa maravilhosa recheada de maravilhas calóricas... Rssss... foi impossível ... e nas provas de um pouquinho de tudo... me deparei com um prato divino que compartilho com vcs...


Torta de Pão com Aspargos
INGREDIENTES: 
1 lata de creme de leite
2 colheres de sopa de maizena
150g de queijo ralado(parmesão)
100g de margarina ou manteiga
1 lata de aspargos ou vidro
1 pão de forma sem casca
3 gemas
2 copos de leite
sal
150g queijo mussarela

MODO DE PREPARO DO CREME:
Em uma panela adicionar os seguintes ingredientes e cozinhar até engrossar um pouco
leite, água dos aspargos, sal, maizena, manteiga, gemas, queijo ralado e o creme de leite.

MONTAGEM:
1ª camada-Pão (passar manteiga);
2ª camada-Creme;
3ª camada-Aspargos;
4ªcamada-Pão (passar manteiga);
6ªcamada-Creme;
7ªcamada- Queijo mussarela;

8ª camada - Decore com tomates em rodelas

Levar ao forno para assar até começar a borbulhar e depois é só servir.
Pode ser servido quente ou frio.
Devidamente testado e aprovado!!!

E não esqueçam de harmonizá-lo com um bom vinho ...

Minha sugestão:
Para o clima frio minha sugestão é acompanhá-lo com um Sauvignon mais encorpado por isso na hora da escolha busque uma safra mais antiga.
No caso de serví-lo no verão opte por um Savignon Blanc

Espero que gostem também...

Enjoy

Bjokas

San

domingo, 1 de março de 2015

Cozinhando com a San ... Baguete de Alho Poró e Queijo Masddan

Olá ...

Hoje vou postar mais uma Deliciosa Receita já testada por mim...

Obviamente, mais uma vez eu copiando as Receitas dos Restaurantes que vou... Rssss...

Esse eu aprendi em Ribeirão Preto em uma visita a uma grande amiga!!!





Pra fazê-la você precisará dos seguintes ingredientes:

Pão Baguete;
Requeijão;
Queijo Gouda;
Queijo Masddan;
Tomate Cereja;
1 Talo de Alho Poró;
Queijo Parmesão Ralado (dê preferência ao comprado interiro fresco e Ralado)





Corte metade do talo de Alho Poró refogue e reserve;
(gosto de acrescentar os tomates cereja para refogá-los junto ao alho Poró mas pode ser usado cru, como preferir!!!) inclusive pro isso frito o alho em 2 vezes.
Frite a outra metade do alho Poró até ficar bem douradinho e reserve;




Abra o Pão e passe o requeijão dos dois lados;
Agora de uma lado coloque o Queijo Gouda cortado em fatias e do outro lado o Queijo Masddan
Adicione o alho poró entre os queijo e o tomate cereja cortado ao meio;
Feche a Baguete, corte-a em fatias para facilitar o Servir;
Acondicione-o em uma forma, passe requeijão sobre a baguete e polvilhe o queijo ralado;





Colocá-lo para assar até o queijo derreter.

Assim que retirá-lo do forno coloque o que sobrou do Alho Poró Frito e é só Servir.

Não esqueçam de harmonizá-lo com um bom vinho...
Minha dica de acompanhamento de hoje
um Australiano com muitas medalhas

Buller Beverford Shiraz

Um vinho divino e merecedor de todas as suas medalhas;

http://www.bullerwines.com.au/beverford-shiraz-tasting-notes/


Espero que gostem...

Bjokas

San

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O Famoso Julgamento de Paris

O famoso julgamento de Paris

Para quem gosta de Vinho e tem interesse em sua história, segue uma que gosto muito...


O século 20 realmente foi marcante para o mundo do vinho. Mas a maior revolução aconteceu, sem dúvida, nos Estados Unidos, onde o século começou sob a Lei Seca, e acabou com o país entre os maiores consumidores de vinho do mundo!

Ironicamente, a ênfase na produção de vinho de identidade varietal aconteceu ao mesmo tempo em que buscou-se, nos Estados Unidos, uma aproximação com os crus franceses, que serviam de modelo de qualidade e de estilo.

O primeiro passo dado nesse sentido foi a gradual substituição das uvas nativas e híbridas, com a introdução de variedades de maior qualidade. Castas utilizadas em Bordeaux e Borgonha passaram a ser amplamente cultivadas pelos americanos, cuja visão estava em busca da excelência na produção de vinhos.

Além disso, pesquisas científicas e descobertas tecnológicas guiaram os produtores americanos, principalmente da Califórnia, que aos poucos foram dominando a arte da viticultura e da vinificação.

E, mesmo se essa história fosse fictícia, talvez não tivesse uma cena tão marcante, dessa reviravolta, como de fato aconteceu...

Em 24 de maio de 1976, Steve Spurrier, um jovem inglês proprietário de uma de uma das melhores lojas de vinhos em Paris, e de uma prestigiada escola de sommeliers, organizou uma degustação às cegas. O evento, que estava sendo chamado de “Degustação do Século”, reunia vinhos Chardonnay e Cabernet Sauvignon da Califórnia, para serem confrontados com os melhores franceses. O objetivo era expor e divulgar os vinhos americanos, dos quais Steve Spurrier era um entusiasta, e, é claro, promover sua loja.

O júri do evento era formado por 9 experts, representantes da elite da cultura de vinho da França. Entre eles, representantes do conselho regulador do sistema de denominação AOC (Appellation d’Origine Contrôlée), do Instituto de Enologia da França, donos dos melhores restaurantes franceses e sommeliers.

Na primeira fase da degustação, 6 vinhos Chardonnay da Califórnia, e 4 vinhos da Borgonha, foram degustados às cegas, sem que o júri soubesse qual taça pertencia a qual garrafa.

Na segunda fase, foi a vez de 6 vinhos Cabernet Sauvignon californianos, com 4 cortes de Bordeaux.

Nas duas etapas, as melhores avaliações couberam a vinhos da Califórnia, sem que os jurados soubessem a procedência do que estavam degustando. Mas, o mais surpreendente, para a época, foi o fato de que os especialistas se confundiram com os vinhos, não conseguindo diferenciar californianos de franceses, ao contrário do que se esperava de paladares tão treinados.

Alguns dias após o evento, a revista Time publicou, na agora histórica edição de 07/06/1976, um pequeno artigo contando o resultado da degustação. O artigo virou um livro, o livro virou um filme, e a história ficou famosa, assim como os vinhos da Califórnia...

A história deixa claro que comentários mordazes que os juízes fizeram, pensando se tratar de vinhos da Califórnia, na realidade, diziam respeito a conceituados vinhos franceses.

E, apesar da decepção dos franceses à época, o fato é, na verdade, lisonjeiro aos crus da França. Na realidade, o que os americanos fizeram, ao produzir esses excelentes vinhos, foi tentar imitá-los... Irônico, não é?



Para quem gosta de filmes segue uma super dica...
O filme retrata de maneira leve e descontraída o momento histórico quando pela primeira vez um vinho do novo mundo (califórnia) fez frente aos aclamados vinhos franceses.
Filme obrigatório aos apreciadores de vinho.


o filme Bottle Shock
ou como é conhecido em português: 
"O Julgamento de Paris"; é um filme estadunidense de 2008, dirigido por Randall Miller.

As locações aconteceram na Califórnia, na região das principais vinícolas dos Estados Unidos da América, como Sonoma e Napa. A estréia aconteceu no Festival de Sundance, em 2008. 

Veja o trailler do filme:


https://www.youtube.com/watch?v=70ySSSiMHsc&feature=youtube_gdata_player



Ficha técnica

Título Original: The Life of David Gale
Género: Drama
Tempo de Duração: 130 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Site Oficial: www.thelifeofdavidgale.com
Estúdio: Universal Pictures / Saturn Films / InterMedia Films Equities Ltd. / Dirty Hands Productions
Distribuição: Universal Pictures / Paramount Pictures / UIP
Realizador: Alan Parker
Argumento: Charles Randolph
Produção: Nicolas Cage e Alan Parker
Música: Alex Parker e Jake Parker
Fotografia: Michael Seresin
Desenho de Produção: Geoffrey Kirkland
Direção de Arte: Steve Arnold e Jennifer Williams
Guarda-Roupa: Renee Ehrlich Kalfus
Edição: Gerry Hambling

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O Surgimento de Napa Valey na história do Vinho

O famoso julgamento de Paris

Para quem gosta de Vinho e tem interesse em sua história, segue uma que gosto muito...


O século 20 realmente foi marcante para o mundo do vinho. Mas a maior revolução aconteceu, sem dúvida, nos Estados Unidos, onde o século começou sob a Lei Seca, e acabou com o país entre os maiores consumidores de vinho do mundo!

Ironicamente, a ênfase na produção de vinho de identidade varietal aconteceu ao mesmo tempo em que buscou-se, nos Estados Unidos, uma aproximação com os crus franceses, que serviam de modelo de qualidade e de estilo.

O primeiro passo dado nesse sentido foi a gradual substituição das uvas nativas e híbridas, com a introdução de variedades de maior qualidade. Castas utilizadas em Bordeaux e Borgonha passaram a ser amplamente cultivadas pelos americanos, cuja visão estava em busca da excelência na produção de vinhos.

Além disso, pesquisas científicas e descobertas tecnológicas guiaram os produtores americanos, principalmente da Califórnia, que aos poucos foram dominando a arte da viticultura e da vinificação.

E, mesmo se essa história fosse fictícia, talvez não tivesse uma cena tão marcante, dessa reviravolta, como de fato aconteceu...

Em 24 de maio de 1976, Steve Spurrier, um jovem inglês proprietário de uma de uma das melhores lojas de vinhos em Paris, e de uma prestigiada escola de sommeliers, organizou uma degustação às cegas. O evento, que estava sendo chamado de “Degustação do Século”, reunia vinhos Chardonnay e Cabernet Sauvignon da Califórnia, para serem confrontados com os melhores franceses. O objetivo era expor e divulgar os vinhos americanos, dos quais Steve Spurrier era um entusiasta, e, é claro, promover sua loja.

O júri do evento era formado por 9 experts, representantes da elite da cultura de vinho da França. Entre eles, representantes do conselho regulador do sistema de denominação AOC (Appellation d’Origine Contrôlée), do Instituto de Enologia da França, donos dos melhores restaurantes franceses e sommeliers.

Na primeira fase da degustação, 6 vinhos Chardonnay da Califórnia, e 4 vinhos da Borgonha, foram degustados às cegas, sem que o júri soubesse qual taça pertencia a qual garrafa.

Na segunda fase, foi a vez de 6 vinhos Cabernet Sauvignon californianos, com 4 cortes de Bordeaux.

Nas duas etapas, as melhores avaliações couberam a vinhos da Califórnia, sem que os jurados soubessem a procedência do que estavam degustando. Mas, o mais surpreendente, para a época, foi o fato de que os especialistas se confundiram com os vinhos, não conseguindo diferenciar californianos de franceses, ao contrário do que se esperava de paladares tão treinados.

Alguns dias após o evento, a revista Time publicou, na agora histórica edição de 07/06/1976, um pequeno artigo contando o resultado da degustação. O artigo virou um livro, o livro virou um filme, e a história ficou famosa, assim como os vinhos da Califórnia...

A história deixa claro que comentários mordazes que os juízes fizeram, pensando se tratar de vinhos da Califórnia, na realidade, diziam respeito a conceituados vinhos franceses.

E, apesar da decepção dos franceses à época, o fato é, na verdade, lisonjeiro aos crus da França. Na realidade, o que os americanos fizeram, ao produzir esses excelentes vinhos, foi tentar imitá-los... Irônico, não é?



Para quem gosta de filmes segue uma super dica...
O filme retrata de maneira leve e descontraída o momento histórico quando pela primeira vez um vinho do novo mundo (califórnia) fez frente aos aclamados vinhos franceses.
Filme obrigatório aos apreciadores de vinho.


o filme Bottle Shock
ou como é conhecido em português: 
"O Julgamento de Paris"; é um filme estadunidense de 2008, dirigido por Randall Miller.

As locações aconteceram na Califórnia, na região das principais vinícolas dos Estados Unidos da América, como Sonoma e Napa. A estréia aconteceu no Festival de Sundance, em 2008. 

Veja o trailler do filme:


https://www.youtube.com/watch?v=70ySSSiMHsc&feature=youtube_gdata_player